segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Nota sobre Linguagem de Programação

Nota sobre Linguagem de Programação

1. ↑ Edsger Dijkstra em seu livro A Discipline of Programming assim define as linguagens de programação: "Eu vejo uma linguagem de programação principalmente como um veículo para a descrição (potencialmente muito sofisticada) de mecanismos abstratos" Dijkstra, Edsger W (1976). A Discipline of Programming (em inglês) (Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice Hall). p. 9. ISBN 0-13-215871-X.

2. ↑ Para um mapa abrangente da história das linguagens de programação ver: «Mapa da história das linguagens de programação»

inglês). Consultado em 1 de dezembro de 2010.

3. ↑ ou rodar, como se diz no jargão da computação

4. ↑ Veja também Compilador.

5. ↑ Citação de Knuth do memorando de Curry: "O primeiro passo no planejamento do programa é o de analisar a computação em certas partes principais, chamadas aqui de divisões, de modo que o programa possa ser sintetizado a partir delas. As partes principais devem ser tais que, ou pelo menos algumas delas, são cálculos independentes em si próprios, ou modificações desses cálculos." em: Knuth, Donald E (2003). «1-The Early Development of Programming Languages». Selected Papers on Computer Languages (em inglês) (Ventura Hall, Stanford: CSLI). p. 17. ISBN 1-57586-382-0.

6. ↑ Sussman et al. menciona que as linguagens de altíssimo nível são programadas em termos de sentenças declarativas. Em: Abelson, Harold; Sussman, Gerald Jay; Sussman, Julie (1996). Structure and Interpretation of Computer Programs (em inglês) 2ª ed. (Cambridge, Massachusetts: McGraw-Hill). p. 22. ISBN 0-07-000484-6.

7. ↑ Muitos autores classificam as linguagens quanto ao grau de abstração em apenas dois: alto e baixo. Alguns autores como Dennis Ritchie e Kenneth Thompson classificam algumas linguagens como C e CPL tanto como baixo nível como alto nível como em: Appleby, Doris; VandeKopple, Julius J (1997). Programming Languages. Paradigm and Practice (em inglês) 2ª ed. (New York: McGraw-Hill). p. 132-134. ISBN 0-07-005315-4.

Lista de Linguagens de Programação

Lista de Linguagens de Programação

Existem várias linguagens de programação; de acordo com o Índice Tiobe, as 20 mais populares são: [41]



1. Assembly

2.Java

3. Visual Basic

4. C

5. Delphi / Object

6. C++ Pascal

7. Python

8. Swift

9. C♯

10. Objective-C

11. PHP

12. MATLAB

13. Visual Basic

14. Pascal .NET

15. R

16. JavaScript

17. PL/SQL

18. Perl

19. COBOL

20. Ruby

Classificação de Programaçao

Classificação de Programaçao

As linguagens de programação podem ser classificadas e sub-classificadas de várias formas.

Classificação da ACM

A ACM mantém um sistema de classificação [49] com os seguintes sub-itens:

Linguagens aplicativas, ou de aplicação

Linguagens concorrentes, distribuídas e paralelas

Linguagens de fluxo de dados

Linguagens de projeto

Linguagens extensíveis

Linguagens de montagem e de macro

Linguagens de microprogramação

Linguagens não determinísticas

Linguagens não procedurais

Linguagens orientadas a objeto

Linguagens de aplicação especializada

Linguagens de altíssimo nível [Nota 6]

Quanto ao paradigma

Ver artigo principal: Paradigma de programação

Diferentes linguagens de programação podem ser agrupadas segundo o paradigma que seguem para abordar a sua sintaxe e semântica. Os paradigmas se dividem em dois grandes grupos: imperativo e declarativo. [50]

Paradigmas Imperativos

Os paradigmas imperativos são aqueles que facilitam a computação por meio de mudanças de estado. [50] Se dividem em:

O paradigma procedural. Neste paradigma, os programas são executados através de chamadas sucessivas a procedimentos separados. Exemplos de linguagens deste paradigma são o Fortran e o BASIC.

O paradigma de estruturas de blocos. [50] A característica marcante deste paradigma são os escopos aninhados. Exemplos de linguagens deste paradigma são o Algol 60, Pascal [32] e C.

O paradigma de orientação a objetos. Este paradigma descreve linguagens que suportam a interação entre objetos. Exemplos de linguagens deste paradigma são C++, [25] , linguagem D, [51]

Java, Python [27] e Ruby. [29]

O paradigma da computação distribuída. Este paradigma suporta que mais de uma rotina possa executar independentemente. [52] Um exemplos de linguagem deste paradigma é a linguagem Ada.

Paradigmas Declarativos

Os paradigmas declarativos são aqueles nos quais um programa especifica uma relação ou função. [50] Se dividem em:

O paradigma funcional. Linguagens deste paradigma não incluem qualquer provisão para atribuição ou dados mutáveis [53] Na programação funcional, o mapeamento entre os valores de entrada e saída são alcançados mais diretamente. Um programa é uma função (ou grupo de funções), tipicamente constituída de outras funções mais simples. [54] Exemplos de linguagens deste paradigma são as linguagens Lisp [55] , Scheme [56] e Haskell [57]

O paradigma da programação lógica. Este paradigma se baseia na noção de que um programa implementa uma relação ao invés de um mapeamento. [58] Exemplos de linguagens deste paradigma são o Prolog [59] e a linguagem Gödel. [60]

Quanto a estrutura de tipos

Fracamente tipada, como PHP e Smalltalk, onde o tipo da variável muda dinamicamente conforme a situação.

Fortemente tipada, como Java e Ruby, onde o tipo da variável, uma vez atribuído, se mantém o mesmo até ser descartada da memória. [61]

Dinamicamente tipada, como SNOBOL, APL, Awk, Perl, Python e Ruby, onde o tipo da variável é definido em tempo de execução. [61]

Estaticamente tipada, como Java e C, onde o tipo da variável é definido em tempo de compilação. [62]

Quanto ao grau de abstração

Linguagem de programação de baixo nível, cujos símbolos são uma representação direta do código de máquina que será gerado, onde cada comando da linguagem equivale a um "opcode" do processador, como Assembly. [63]

Linguagem de programação de médio nível, [Nota 7] que possui símbolos que podem ser convertidos diretamente para código de máquina (goto, expressões matemáticas, atribuição de variáveis), mas também símbolos complexos que são convertidos por um compilador. Exemplo: C, C++

Linguagem de programação de alto nível, composta de símbolos mais complexos, inteligível pelo ser humano e não-executável diretamente pela máquina, no nível da especificação de algoritmos, como Pascal, [32] Fortran, ALGOL,Java e SQL. [63]

Quanto à geração

A classificação das linguagens de programação em gerações é uma questão que apresenta divergências de autor para autor. Segundo Maclennan, [64] as linguagens se dividem em cinco gerações com as seguintes características:

Primeira geração - São linguagens onde suas estruturas de controle são aparentemente orientadas a máquina. As instruções condicionais não são aninhadas e dependem fortemente de instruções de desvio incondicional como o GOTO. Uma linguagem típica desta geração é a linguagem Fortran. [64]

Segunda geração - São linguagens onde as estruturas de controle são estruturadas de forma a minimizar ou dispensar o uso de instruções GOTO. A segunda geração elaborou melhor e generalizou diversas estruturas de controle das linguagens de primeira geração. Uma das grandes contribuições desta geração foi suas estruturas de nomes, que eram hierarquicamente aninhadas. Isto permitiu melhor controle de espaços de nomes e uma eficiente alocação dinâmica de memória. Uma linguagem típica desta geração é o Algol 60. [64]

Terceira geração - São linguagens que dão ênfase a simplicidade e eficiência. Uma linguagem típica desta geração é a linguagem Pascal. [32] As estruturas de dados desta geração mostram um deslocamento da máquina para a aplicação. As estruturas de controle são mais simples e eficientes. [64]

Quarta geração - Esta geração é essencialmente o sinônimo para linguagens com abstração de dados. A maioria das linguagens desta geração focam na modularização e no encapsulamento. Uma linguagem típica desta geração é a linguagem Ada. [64]

Quinta geração - Nesta geração, Maclennan agrupa diversos paradigmas como a orientação a objeto e o paradigma funcional, paradigma lógico. [64]

Henri Bal e Dick Grune, já apresentam uma classificação em gerações de forma diferente, enfatizando mais o aspecto da aplicação. São elencadas 6 gerações. [65]

Primeira geração - linguagem de máquina.

Segunda geração - linguagens de montagem (assembly).

Terceira geração - Linguagens procedurais.

Quarta geração - Linguagens aplicativas.

Quinta geração - Linguagens voltadas a Inteligência artificial como as linguagens lógicas (Prolog) e as linguagens funcionais (Lisp).

Sexta geração - Redes neurais.

Doris Apleby e Julius J. VandeKopple dividem as linguagens em quatro gerações que coincidem com as quatro primeiras gerações elencadas por Henri Bal e Dick Grune.

Conceitos de Programação

Conceitos de Programação

Programação estruturada

Programação estruturada é uma forma de programação de computadores que preconiza que todos os programas possíveis podem ser reduzidos a apenas três estruturas: sequência, decisão e repetição. [38] Um dos primeiros a preconizar a programação estruturada foi Haskell B. Curry [39][Nota 5]

Tendo, na prática, sido transformada na Programação modular, a Programação estruturada orienta os programadores para a criação de estruturas simples em seus programas, usando as sub-rotinas e as funções. Foi a forma dominante na criação de software entre a programação linear e a programação orientada por objetos. [40] Apesar de ter sido sucedida pela programação orientada por objetos, pode-se dizer que a programação estruturada ainda é marcantemente influente, uma vez que grande parte das pessoas ainda aprendem programação através dela. Porém, a orientação a objetos superou o uso das linguagens estruturadas no mercado. [41]

Programação modular

Niklaus Wirth em 2005. Criador da linguagem Pascal entre outras.

Programação modular é uma forma de programação no qual o desenvolvimento das rotinas de programação é feito através de módulos, que são interligados entre si através de uma interface comum. [42] Foi apresentado originalmente pela Information & Systems Institute, Inc. no National Symposium on Modular Programming em 1968, com a liderança de Larry Constantine. Exemplos de linguagens que orientaram seu projeto para este aspecto estão as linguagens Modula-2, [43][44] desenvolvida por Niklaus Wirth e a Modula-3. [45] .

Programação orientada a objetos

Orientação a objetos, também conhecida como Programação Orientada a Objetos (POO), ou ainda em inglês Object-Oriented Programming (OOP) é um paradigma de análise, projeto e programação de sistemas de software baseado na composição e interação entre diversas unidades de software chamadas de objetos. O extensivo uso de objetos, particularmente em conjunção com o mecanismo de herança, caracteriza o estilo de programação orientada a objetos. [46] Em alguns contextos, prefere-se usar modelagem orientada ao objeto (UML), em vez de programação. De fato, o paradigma "orientação a objetos" tem bases conceituais e origem no campo de estudo da cognição, que influenciou a área de inteligência artificial e da lingüística no campo da abstração de conceitos do mundo real. Na qualidade de método de modelagem, é tida como a melhor estratégia, e mais natural, para se eliminar o "gap semântico", dificuldade recorrente no processo de modelar o mundo real, no domínio do problema, em um conjunto de componentes de software que seja o mais fiel na sua representação deste domínio. Facilitaria a comunicação do profissional modelador e do usuário da área alvo, na medida em que a correlação da simbologia e conceitos abstratos do mundo real e da ferramenta de modelagem (conceitos, terminologia, símbolos, grafismo e estratégias) fosse a mais óbvia, natural e exata possível. A análise e projeto orientados a objetos tem como meta identificar o melhor conjunto de objetos para descrever um sistema de software. [47] O funcionamento deste sistema se dá através do relacionamento e troca de mensagens entre estes objetos. Na programação orientada a objetos, implementa-se um conjunto de classes que definem os objetos presentes no sistema de software. Cada classe determina o comportamento (definido nos métodos) e estados possíveis (atributos) de seus objetos, assim como o relacionamento com outros objetos. [42]

Programação linear

Em matemática, problemas de Programação Linear são problemas de otimização nos quais a função objetivo e as restrições são todas lineares. [48]

Programação Linear é uma importante área da otimização por várias razões. Muitos problemas práticos em pesquisa operacional podem ser expressos como problemas de programação linear. Certos casos especiais de programação linear, tais como problemas de network flow e problemas de multicommodity flow são considerados importantes o suficiente para que se tenha gerado muita pesquisa em algoritmos especializados para suas soluções. Vários algoritmos para outros tipos de problemas de otimização funcionam resolvendo problemas de PL como sub-problemas. Historicamente, ideias da programação linear inspiraram muitos dos conceitos centrais de teoria da otimização, tais como dualidade, decomposição, e a importância da convexidade e suas generalizações

Interpretação e Compilação das linguagens de programação

Interpretação e Compilação das linguagens de programação

Uma linguagem de programação pode ser convertida, ou traduzida, em código de máquina por compilação ou interpretada por um processo denominado interpretação. Em ambas ocorre a tradução do código fonte para código de máquina. [30]

Se o método utilizado traduz todo o texto do programa (também chamado de código), para só depois executar [Nota

3] o programa, então diz-se que o programa foi compilado e que o mecanismo utilizado para a tradução é um compilador (que por sua vez nada mais é do que um programa). [31] A versão compilada do programa tipicamente é armazenada, de forma que o programa pode ser executado um número indefinido de vezes sem que seja necessária nova compilação, o que compensa o tempo gasto na compilação. Isso acontece com linguagens como Pascal [32] e C.

Se o texto do programa é executado à medida que vai sendo traduzido, como em JavaScript, BASIC, Python ou Perl, num processo de tradução de trechos seguidos de sua execução imediata, então diz-se que o programa foi interpretado e que o mecanismo utilizado para a tradução é um interpretador. Programas interpretados são geralmente mais lentos do que os compilados, mas são também geralmente mais flexíveis, já que podem interagir com o ambiente mais facilmente. [33]

Embora haja essa distinção entre linguagens interpretadas e compiladas, as coisas nem sempre são tão simples. Há linguagens compiladas para um código de máquina virtual (sendo esta máquina virtual apenas mais um software, que emula a máquina virtual sendo executado em uma máquina real), como Java [34] (compila para a plataforma Java [35] ) e C♯ (compila para a plataforma CLI [36] ). E também há outras formas de interpretar em que os códigos fontes, ao invés de serem interpretados linha-a-linha, têm blocos "compilados" para a memória, de acordo com as necessidades, o que aumenta a performance dos programas quando os mesmos módulos são chamados várias vezes, técnica esta conhecida como JIT.

Como exemplo, podemos citar a linguagem Java. Nela, um compilador traduz o código java para o código intermediário (e portável) da JVM. As JVMs originais interpretavam esse código, de acordo com o código de máquina do computador hospedeiro, porém atualmente elas compilam, segundo a técnica JIT o código JVM para código hospedeiro.

A tradução é tipicamente feita em várias fases, sendo as mais comuns a análise léxica, a análise sintática (ou parsing), a geração de código e a otimização. [37]

Em compiladores também é comum a geração de código intermediário

História das linguagem de programação!

História das linguagem de programação:

O primeiro trabalho de linguagem de programação foi criado por Ada Lovelace, grande amiga de Charles Babbage. [8] O projeto da primeira calculadora mecânica programável foi idealizado por Charles Babbage [9] que, após gastar fortunas e um longo tempo, não conseguiu concretizar o projeto. [10]

A linguagem de programação ADA foi batizada em homenagem a esta primeira programadora. [11]

Uma das primeiras linguagens de programação para computadores foi provavelmente Plankalkül, criada por Konrad Zuse na Alemanha Nazista, [12]

mas que teve pouco ou nenhum impacto no futuro das linguagens de programação.

O primeiro compilador foi escrito por Grace Hopper, [13] em 1952, para a linguagem de programação A-0. [14] A primeira linguagem de programação de alto nível amplamente usada foi Fortran, criada em 1954. [14][15] Em 1957 foi criada B-0, sucessora da A-0, que daria origem a Flow-Matic (1958), antecessor imediato de COBOL, de 1959. [16] O COBOL foi uma linguagem de ampla aceitação para uso comercial. [16] A linguagem ALGOL foi criada em 1958-1960 [17] O ALGOL-60 teve grande influência no projeto de muitas linguagens posteriores. [18]

A linguagem Lisp foi criada em 1958 e se tornou amplamente utilizada na pesquisa na área de ciência da computação mais proeminentemente na área de Inteligência Artificial. [19]

Outra linguagem relacionada ao campo da IA que surge em 1972 é a linguagem Prolog, uma linguagem do paradigma lógico. [20]

A orientação a objetos é outro marco importante na história das linguagens de programação. A linguagem Simula 67 introduz o conceito de classes. [21] A linguagem Smalltalk [22][23] expande o conceito de classes e se torna a primeira linguagem de programação que oferecia suporte completo à programação orientada a objetos. [24] A linguagem C++ (originalmente conhecida como C com classes) populariza a orientação a objetos. [25]

Diversas linguagens de programação surgiram desde então. Entre estas incluem-se C♯, [26] VB.NET, Java, Object Pascal, Objective-C, PHP, Python, [27]

SuperCollider, linguagem D [28] e Ruby.

O que é Linguagem de programação?

O que é Linguagem de programação?



Uma linguagem de programação é um método padronizado para comunicar instruções para um computador. [1] É um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir um programa de computador. [2][Nota 1]

Permite que um programador especifique precisamente sobre quais dados um computador vai atuar, como estes dados serão armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser tomadas sob várias circunstâncias. Linguagens de programação podem ser usadas para expressar algoritmos com precisão.

O conjunto de palavras (lexemas classificados em tokens), compostos de acordo com essas regras, constituem o código fonte de um software. [3] Esse código fonte é depois traduzido para código de máquina, que é executado pelo processador. [3]

Uma das principais metas das linguagens de programação é que programadores tenham uma maior produtividade, permitindo expressar suas intenções mais facilmente do que quando comparado com a linguagem que um computador entende nativamente (código de máquina). [4]

Assim, linguagens de programação são projetadas para adotar uma sintaxe de nível mais alto, que pode ser mais facilmente entendida por programadores humanos. Linguagens de programação são ferramentas importantes para que programadores e engenheiros de software possam escrever programas mais organizados e com maior rapidez.

Linguagens de programação também tornam os programas menos dependentes de computadores ou ambientes computacionais específicos (propriedade chamada de portabilidade [5] ). Isto acontece porque programas escritos em linguagens de programação são traduzidos para o código de máquina do computador no qual será executado em vez de ser diretamente executado. Uma meta ambiciosa do Fortran, uma das primeiras linguagens de programação, era esta independência da máquina.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Módulos de memória

Módulos de memória

Entendemos como módulo ou, ainda, pente, uma pequena placa onde são instalados os encapsulamentos de memória. Essa placa é encaixada na placa-mãe por meio de encaixes (slots) específicos para isso. Eis uma breve descrição dos tipos mais comuns de módulos:

- SIPP (Single In-Line Pins Package): é um dos primeiros tipos de módulos que chegaram ao mercado. É formato por chips com encapsulamento DIP. Em geral, esses módulos eram soldados na placa-mãe;

- SIMM (Single In-Line Memory Module): módulos deste tipo não eram soldados, mas encaixados na placa-mãe. A primeira versão continha 30 terminais de contato (SIMM de 30 vias) e era formada por um conjunto de 8 chips (ou 9, para paridade). Com isso, podiam transferir um byte por ciclo de clock. Posteriormente surgiu uma versão com 72 pinos (SIMM de 72 vias), portanto, maior e capaz de transferir 32 bits por vez. Módulos SIMM de 30 vias podiam ser encontrados com capacidades que iam de 1 MB a 16 MB. Módulos SIMM de 72 vias, por sua vez, eram comumente encontrados com capacidades que iam de 4 MB a 64 MB;

- DIMM (Double In-Line Memory Module): os módulos DIMM levam esse nome por terem terminais de contatos em ambos os lados do pente. São capazes de transmitir 64 bits por vez. A primeira versão -aplicada em memória SDR SDRAM -tinha 168 pinos. Em seguida, foram lançados módulos de 184 vias, utilizados em memórias DDR, e módulos de 240 vias, utilizados em módulos DDR2 e DDR3. Existe um padrão DIMM de tamanho reduzido chamado SODIMM (Small Outline DIMM), que são utilizados principalmente em computadores portáteis, como notebooks;

- RIMM (Rambus In-Line Memory Module): formado por 168 vias, esse módulo é utilizado pelas memórias Rambus, que serão abordadas ainda neste artigo. Um fato curioso é que para cada pente de memória Rambus instalado no computador é necessário instalar um módulo "vazio", de 184 vias, chamado de C-RIMM (Continuity-RIMM).
Tecnologias de memórias

Várias tecnologias de memórias foram (e são) criadas com o passar do tempo. É graças a isso que, periodicamente, encontramos memórias mais rápidas, com maior capacidade e até memórias que exigem cada vez menos energia. Eis uma breve descrição dos principais tipos de memória RAM:

- FPM (Fast-Page Mode): uma das primeiras tecnologias de memória RAM. Com o FPM, a primeira leitura da memória tem um tempo de acesso maior que as leituras seguintes. Isso porque são feitos, na verdade, quatro operações de leitura seguidas, ao invés de apenas uma, em um esquema do tipo x-y-y-y, por exemplo: 3-2-2-2 ou 6-3-3-3. A primeira leitura acaba sendo mais demorada, mas as três seguintes são mais rápidas. Isso porque o controlador de memória trabalha apenas uma vez com o endereço de uma linha (RAS) e, em seguida, trabalha com uma sequência de quatro colunas (CAS), ao invés de trabalhar com um sinal de RAS e um de CAS para cada bit. Memórias FPM utilizavam módulos SIMM, tanto de 30 quanto de 72 vias;

- EDO (Extended Data Output): a sucessora da tecnologia FPM é a EDO, que possui como destaque a capacidade de permitir que um endereço da memória seja acessado ao mesmo tempo em que uma solicitação anterior ainda está em andamento. Esse tipo foi aplicado principalmente em módulos SIMM, mas também chegou a ser encontrado em módulos DIMM de 168 vias. Houve também uma tecnologia semelhante, chamada BEDO (Burst EDO), que trabalhava mais rapidamente por ter tempo de acesso menor, mas quase não foi utilizada, pois tinha custo maior por ser de propriedade da empresa Micron. Além disso, foi "ofuscada" pela chegada da tecnologia SDRAM;
- SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory): as memórias FPM e EDO são assíncronas, o que significa que não trabalham de forma sincronizada com o processador. O problema é que, com processadores cada vez mais rápidos, isso começou a se tornar um problema, pois muitas vezes o processador tinha que esperar demais para ter acesso aos dados da memória. As memórias SDRAM, por sua vez, trabalham de forma sincronizada com o processador, evitando os problemas de atraso. A partir dessa tecnologia, passou-se a considerar a frequência com a qual a memória trabalha para medida de velocidade. Surgiam então as memórias SDR SDRAM (Single Data Rate SDRAM), que podiam trabalhar com 66 MHz, 100 MHz e 133 MHz (também chamadas de PC66, PC100 e PC133, respectivamente). Muitas pessoas se referem a essa memória apenas como "memórias SDRAM" ou, ainda, como "memórias DIMM", por causa de seu módulo. No entanto, a denominação SDR é a mais adequada;
- DDR SDRAM (Double Data Rate SDRAM): as memórias DDR apresentam evolução significativa em relação ao padrão SDR, isso porque elas são capazes de lidar com o dobro de dados em cada ciclo de clock (memórias SDR trabalham apenas com uma operação por ciclo). Assim, uma memória DDR que trabalha à frequência de 100 MHz, por exemplo, acaba dobrando seu desempenho, como se trabalhasse à taxa de 200 MHz. Visualmente, é possível identificá-las facilmente em relação aos módulos SDR, porque este último contém duas divisões na parte inferior, onde estão seus contatos, enquanto que as memórias DDR2 possuem apenas uma divisão. Você pode saber mais sobre essa tecnologia na matéria Memória DDR, publicada aqui no InfoWester;

- DDR2 SDRAM: como o nome indica, as memórias DDR2 são uma evolução das memórias DDR. Sua principal característica é a capacidade de trabalhar com quatro operações por ciclo de clock, portanto, o dobro do padrão anterior. Os módulos DDR2 também contam com apenas uma divisão em sua parte inferior, no entanto, essa abertura é um pouco mais deslocada para o lado. Saiba mais sobre essa tecnologia na matéria Memória DDR2, disponibilizada aqui no InfoWester;
- DDR3 SDRAM: as memórias DDR3 são, obviamente, uma evolução das memórias DDR2. Novamente, aqui dobra-se a quantidade de operações por ciclo de clock, desta vez, de oito. Uma novidade aqui é a possibilidade de uso de Triple-Channel. Saiba mais sobre esse tipo neste artigo sobre DDR3;

- Rambus (Rambus DRAM): as memórias Rambus recebem esse nome por serem uma criação da empresa Rambus Inc. e chegaram ao mercado com o apoio da Intel. Elas são diferentes do padrão SDRAM, pois trabalham apenas com 16 bits por vez. Em compensação, memórias Rambus trabalham com frequência de 400 MHz e com duas operações por ciclo de clock. Tinham como desvantagens, no entanto, taxas de latência muito altas, aquecimento elevado e maior custo. Memórias Rambus nunca tiveram grande aceitação no mercado, mas também não foram um total fiasco: foram utilizadas, por exemplo, no console de jogos Nintendo 64. Curiosamente, as memórias Rambus trabalham em pares com "módulos vazios" ou "pentes cegos". Isso significa que, para cada módulo Rambus instalado, um "módulo vazio" tem que ser instalado em outro slot. Essa tecnologia acabou perdendo espaço para as memórias DDR.

Finalizando

Com o passar do tempo, a evolução das tecnologias de memórias não somente as torna mais rápidas, mas também faz com que passem a contar com maior capacidade de armazenamento de dados. Memórias ROM do tipo Flash, por exemplo, podem armazenar vários gigabytes. No que se refere às memórias RAM, o mesmo ocorre. Por conta disso, a pergunta natural é: quanto utilizar? A resposta depende de uma série de fatores, no entanto, a indústria não para de trabalhar para aumentar ainda mais a velocidade e a capacidade desses dispositivos. Portanto, não se espante: quando menos você esperar, vai ouvir falar de uma nova tecnologia de memória que poderá se tornar um novo padrão de mercado :)

Tipos de encapsulamento de memória

Tipos de encapsulamento de memória

O encapsulamento correspondente ao artefato que dá forma física aos chips de memória. Eis uma breve descrição dos tipos de encapsulamento mais utilizados pela indústria:

- DIP (Dual In-line Package): um dos primeiros tipos de encapsulamento usados em memórias, sendo especialmente popular nas épocas dos computadores XT e 286. Como possui terminais de contato -"perninhas" - de grande espessura, seu encaixe ou mesmo sua colagem através de solda em placas pode ser feita facilmente de forma manual;
Encapsulamento DIP - Imagem por Wikipedia

- SOJ (Small Outline J-Lead): esse encapsulamento recebe este nome porque seus terminais de contato lembram a letra 'J'. Foi bastante utilizado em módulos SIMM (vistos mais à frente) e sua forma de fixação em placas é feita através de solda, não requerendo furos na superfície do dispositivo; Encapsulamento SOJ

- TSOP (Thin Small Outline Package): tipo de encapsulamento cuja espessura é bastante reduzida em relação aos padrões citados anteriormente (cerca de 1/3 menor que o SOJ). Por conta disso, seus terminais de contato são menores, além de mais finos, diminuindo a incidência de interferência na comunicação. É um tipo aplicado em módulos de memória SDRAM e DDR (que serão abordados adiante). Há uma variação desse encapsulamento chamado STSOP (Shrink Thin Small Outline Package) que é ainda mais fino;
Encapsulamento TSOP

- CSP (Chip Scale Package): mais recente, o encapsulamento CSP se destaca por ser "fino" e por não utilizar pinos de contato que lembram as tradicionais "perninhas". Ao invés disso, utiliza um tipo de encaixe chamado BGA (Ball Grid Array). Esse tipo é utilizado em módulos como DDR2 e DDR3 (que serão vistos à frente).

Voltagem

Voltagem

Em comparação com outros itens de um computador, as memórias são um dos componentes que menos consomem energia. O interessante é que esse consumo diminuiu com a evolução da tecnologia. Por exemplo, módulos de memória DDR2 (tecnologia que ainda será abordada neste texto), em geral, exigem entre 1,8 V e 2,5 V. É possível encontrar pentes de memória DDR3 (padrão que também será abordado neste artigo) cuja exigência é de 1,5 V. Módulos de memória antigos exigiam cerca de 5 V.

Algumas pessoas com bastante conhecimento no assunto fazem overclock nas memórias aumentando sua voltagem. Com esse ajuste, quando dentro de certos limites, é possível obter níveis maiores de clock.

SPD (Serial Presence Detect)

O SPD é um pequeno chip (geralmente do tipo EEPROM) inserido nos módulos de memória que contém diversas informações sobre as especificações do dispositivo, como tipo (DDR, DDR2, etc), voltagem, temporização/latência, fabricante, número de série, etc.
Chip SPD

Muitas placas-mãe contam com um setup de BIOS que permite uma série de ajustes de configuração. Nesses casos, um usuário experimente pode definir os parâmetros da memória, no entanto, quem não quiser ter esse trabalho, pode manter a configuração padrão. Algumas vezes, essa configuração é indicada por algo relacionado ao SPD, como mostra a imagem abaixo:
Exemplo de ajuste de memória em setup de BIOS baseado em SPD

Detecção de erros

Alguns mecanismos foram desenvolvidos para ajudar na detecção de erros da memória, falhas essas que podem ter várias causas. Esses recursos são especialmente úteis em aplicações de alta confiabilidade, como servidores de missão crítica, por exemplo.

Um desses mecanismos é a paridade, capaz apenas de ajudar a detectar erros, mas não de corrigí-los. Nesse esquema, um bit é adicionado a cada byte de memória (lembre-se: 1 byte corresponde a 8 bits). Esse bit assume o valor 1 se a quantidade de bits 1 do byte for par e assume o valor 0 (zero) se a referida quantidade por ímpar (o contrário também pode acontecer: 1 para ímpar e 0 para par). Quando a leitura de dados for feita, um circuito verificará se a paridade corresponde à quantidade de bits 1 (ou 0) do byte. Se for diferente, um erro foi detectado.

A paridade, no entanto, pode não ser tão precisa, pois um erro em dois bits, por exemplo, pode fazer com que o bit de paridade corresponda à quantidade par ou ímpar de bits 1 do byte. Assim, para aplicações que exigem alta precisão dos dados, pode-se contar com memórias que tenham ECC (Error Checking and Correction), um mecanismo mais complexo capaz de detectar e corrigir erros de bits.

Temporização e latência das memórias

Temporização e latência das memórias

Os parâmetros de temporização e latência indicam quanto tempo o controlador de memória gasta com as operações de leitura e escrita. Em geral, quanto menor esse valores, mais rápidas são as operações.

Para que você possa entender, tomemos como exemplo um módulo de memória que informa os seguintes valores em relação à latência: 5-4-4-15-1T. Esse valor está escrito nesta forma: tCL-tRCD-tRP-tRAS-CR. Vejamos o que cada um desses parâmetros significa:

- tCL (CAS Latency): quando uma operação de leitura de memória é iniciada, sinais são acionados para ativar as linhas (RAS) e as colunas (RAS) correspondentes, determinar se a operação é de leitura ou escrita (CS - Chip Select) e assim por diante. O parâmetro CAS Latency indica, em ciclos de clock (saiba mais sobre clock nesta matéria sobre processadores), qual o período que há entre o envio do sinal CAS e a disponibilização dos respectivos dados. Em outras palavras, é o intervalo existente entre a requisição de um dado pelo processador e a entrega deste pela memória. Assim, no caso do nosso exemplo, esse valor é de 5 ciclos de clock;

- tRCD (RAS to CAS Delay): esse parâmetro indica, também em ciclos de clock, o intervalo que há entre a ativação da linha e da coluna de um determinado dado. No exemplo acima, esse valor corresponde a 4;

- tRP (RAS Precharge): intervalo em clocks que informa o tempo gasto entre desativar o acesso a uma linha e ativar o acesso a outra. Em nosso exemplo, esse valor é de 4 ciclos;

- tRAS (Active to Precharge Delay): esse parâmetro indica o intervalo, também em clocks, necessário entre um comando de ativar linha e a próxima ação do mesmo tipo. Em nosso exemplo, esse valor é de 15 ciclos de clock;

- CR (Command Rate): intervalo que há entre a ativação do sinal CS e qualquer outro comando. Em geral, esse valor é de 1 ou 2 ciclos de clock e é acompanhado da letra T. No nosso exemplo esse valor é de 1 ciclo.

Esses parâmetros costumam ser informados pelo fabricante em um etiqueta colada ao pente de memória (muitas vezes, o valor de CMD não é informado). Quando isso não ocorre, é possível obter essa informação através de softwares específicos (como o gratuito CPU-Z, para Windows, mostrado abaixo) ou mesmo pelo setup do BIOS.
CPU-Z exibindo dados sobre memória

Os parâmetros de temporização fornecem uma boa noção do tempo de acesso das memórias. Note que, quando falamos disso, nos referimos ao tempo que a memória leva para fornecer os dados requisitados. O que não foi dito acima é que esse tempo é medido em nanossegundos (ns), isto é, 1 segundo dividido por 1.000.000.000.

Assim, para se ter uma noção de qual é a frequência máxima utilizada pela memória, basta dividir 1000 pelo seu tempo de acesso em nanossegundos (essa informação pode constar em uma etiqueta no módulo ou pode ser informada através de softwares especiais). Por exemplo: se um pente de memória trabalha com 15 ns, sua frequência é de 66 MHz, pois 1000/15=66.

Outros parâmetros

Algumas placas-mãe atuais ou direcionadas ao público que faz overclock (em poucas palavras, prática onde dispositivos de hardware são ajustados para que trabalhem além das especificações de fábrica) ou, ainda, softwares que detalham as características do hardware do computador, costumam informar outros parâmetros, além dos mencionados acima. Geralmente, estes parâmetros adicionais são informados da seguinte forma: tRC-tRFC-tRRD-tWR-tWTR-tRTP (por exemplo: 22-51-3-6-3-3), também considerando ciclos de clock. Vejamos o que cada um significa:

- tRC (Row Cycle): consiste no tempo necessário para que se complete um ciclo de acesso a uma linha da memória;

- tRFC (Row Refresh Cycle): consiste no tempo necessário para a execução dos ciclos de refresh da memória;

- tRRD (Row To Row Delay): semelhante ao tRP, mas considera o tempo que o controlador necesita esperar após uma nova linha ter sido ativada;

- tWR (Write Recovery): informa o tempo necessário para que o controlador de memória comece a efetuar uma operação de escrita após realizar uma operação do mesmo tipo;

- tWTR (Write to Read Delay): consiste no tempo necessário para que o controlador de memória comece a executar operações de leitura após efetuar uma operação de escrita;

- tRTP (Read to Precharge Delay): indica o tempo necessário entre uma operação de leitura efetuada e ativação do próximo sinal.

O Que é Memórias RAM e ROM

Memórias RAM e ROM

Introdução

No que se refere ao hardware dos computadores, entendemos como memória os dispositivos que armazenam os dados com os quais o processador trabalha. Há, essencialmente, duas categorias de memórias: ROM (Read-Only Memory), que permite apenas a leitura dos dados e não perde informação na ausência de energia; e RAM (Random-Access Memory), que permite ao processador tanto a leitura quanto a gravação de dados e perde informação quando não há alimentação elétrica. Neste artigo, o InfoWester apresenta os principais tipos de memórias ROM e RAM, assim como mostra as características mais importantes desses dispositivos, como frequência, latência, encapsulamento, tecnologia, entre outros.
Memória ROM

As memórias ROM (Read-Only Memory - Memória Somente de Leitura) recebem esse nome porque os dados são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não podem ser apagadas ou alteradas, apenas lidas pelo computador, exceto por meio de procedimentos especiais. Outra característica das memórias ROM é que elas são do tipo não voláteis, isto é, os dados gravados não são perdidos na ausência de energia elétrica ao dispositivo. Eis os principais tipos de memória ROM:

- PROM (Programmable Read-Only Memory): esse é um dos primeiros tipos de memória ROM. A gravação de dados neste tipo é realizada por meio de aparelhos que trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Uma vez que isso ocorre, os dados gravados na memória PROM não podem ser apagados ou alterados;

- EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory): as memórias EPROM têm como principal característica a capacidade de permitir que dados sejam regravados no dispositivo. Isso é feito com o auxílio de um componente que emite luz ultravioleta. Nesse processo, os dados gravados precisam ser apagados por completo. Somente depois disso é que uma nova gravação pode ser feita;
- EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory): este tipo de memória ROM também permite a regravação de dados, no entanto, ao contrário do que acontece com as memórias EPROM, os processos para apagar e gravar dados são feitos eletricamente, fazendo com que não seja necessário mover o dispositivo de seu lugar para um aparelho especial para que a regravação ocorra;

- EAROM (Electrically-Alterable Programmable Read-Only Memory): as memórias EAROM podem ser vistas como um tipo de EEPROM. Sua principal característica é o fato de que os dados gravados podem ser alterados aos poucos, razão pela qual esse tipo é geralmente utilizado em aplicações que exigem apenas reescrita parcial de informações;

- Flash: as memórias Flash também podem ser vistas como um tipo de EEPROM, no entanto, o processo de gravação (e regravação) é muito mais rápido. Além disso, memórias Flash são mais duráveis e podem guardar um volume elevado de dados. É possível saber mais sobre esse tipo de memória no artigo Cartões de memória Flash, publicado aqui no InfoWester;

- CD-ROM, DVD-ROM e afins: essa é uma categoria de discos ópticos onde os dados são gravados apenas uma vez, seja de fábrica, como os CDs de músicas, ou com dados próprios do usuário, quando o próprio efetua a gravação. Há também uma categoria que pode ser comparada ao tipo EEPROM, pois permite a regravação de dados: CD-RW e DVD-RW e afins.

Memória RAM

As memórias RAM (Random-Access Memory - Memória de Acesso Aleatório) constituem uma das partes mais importantes dos computadores, pois são nelas que o processador armazena os dados com os quais está lidando. Esse tipo de memória tem um processo de gravação de dados extremamente rápido, se comparado aos vários tipos de memória ROM. No entanto, as informações gravadas se perdem quando não há mais energia elétrica, isto é, quando o computador é desligado, sendo, portanto, um tipo de memória volátil.

Há dois tipos de tecnologia de memória RAM que são muitos utilizados: estático e dinâmico, isto é, SRAM e DRAM, respectivamente. Há também um tipo mais recente chamado de MRAM. Eis uma breve explicação de cada tipo:

- SRAM (Static Random-Access Memory - RAM Estática): esse tipo é muito mais rápido que as memórias DRAM, porém armazena menos dados e possui preço elevado se considerarmos o custo por megabyte. Memórias SRAM costumam ser utilizadas como cache (saiba mais sobre cache neste artigo sobre processadores);

- DRAM (Dynamic Random-Access Memory - RAM Dinâmica): memórias desse tipo possuem capacidade alta, isto é, podem comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas informações costuma ser mais lento que o acesso às memórias estáticas. Esse tipo também costuma ter preço bem menor quando comparado ao tipo estático;

- MRAM (Magnetoresistive Random-Access Memory - RAM Magneto-resistiva): a memória MRAM vem sendo estudada há tempos, mas somente nos últimos anos é que as primeiras unidades surgiram. Trata-se de um tipo de memória até certo ponto semelhante à DRAM, mas que utiliza células magnéticas. Graças a isso, essas memórias consomem menor quantidade de energia, são mais rápidas e armazenam dados por um longo tempo, mesmo na ausência de energia elétrica. O problema das memórias MRAM é que elas armazenam pouca quantidade de dados e são muito caras, portanto, pouco provavelmente serão adotadas em larga escala.

Aspectos do funcionamento das memórias RAM

As memórias DRAM são formadas por chips que contém uma quantidade elevadíssima de capacitores e transistores. Basicamente, um capacitor e um transistor, juntos, formam uma célula de memória. O primeiro tem a função de armazenar corrente elétrica por um certo tempo, enquanto que o segundo controla a passagem dessa corrente.

Se o capacitor estiver armazenamento corrente, tem-se um bit 1. Se não estiver, tem-se um bit 0. O problema é que a informação é mantida por um curto de período de tempo e, para que não haja perda de dados da memória, um componente do controlador de memória é responsável pela função de refresh (ou refrescamento), que consiste em regravar o conteúdo da célula de tempos em tempos. Note que esse processo é realizado milhares de vezes por segundo.

O refresh é uma solução, porém acompanhada de "feitos colaterais": esse processo aumenta o consumo de energia e, por consequência, aumenta o calor gerado. Além disso, a velocidade de acesso à memória acaba sendo reduzida.

A memória SRAM, por sua vez, é bastante diferente da DRAM e o principal motivo para isso é o fato de que utiliza seis transistores (ou quatro transistores e dois resistores) para formar uma célula de memória. Na verdade, dois transistores ficam responsáveis pela tarefa de controle, enquanto que os demais ficam responsáveis pelo armazenamento elétrico, isto é, pela formação do bit.

A vantagem desse esquema é que o refresh acaba não sendo necessário, fazendo com que a memória SRAM seja mais rápida e consuma menos energia. Por outro lado, como sua fabricação é mais complexa e requer mais componentes, o seu custo acaba sendo extremamente elevado, encarecendo por demais a construção de um computador baseado somente nesse tipo. É por isso que sua utilização mais comum é como cache, pois para isso são necessárias pequenas quantidades de memória.

Como as memórias DRAM são mais comuns, eles serão o foco deste texto a partir deste ponto.

CAS e RAS

O processador armazena na memória RAM as informações com os quais trabalha, portanto, a todo momento, operações de gravação, eliminação e acesso aos dados são realizadas. Esse trabalho todo é possível graças ao trabalho de um circuito já citado chamado controlador de memória.

Para facilitar a realização dessas operações, as células de memória são organizadas em uma espécie de matriz, ou seja, são orientadas em um esquema que lembra linhas e colunas. O cruzamento de uma certa linha (também chamada de wordline), com uma determinada coluna (também chamada de bitline) forma o que conhecemos como endereço de memória. Assim, para acessar o endereço de uma posição na memória, o controlador obtém o seu valor de coluna, ou seja, o valor RAS (Row Address Strobe) e o seu valor de linha, ou seja, o valor CAS (Column Address Strobe).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Sistemas de Informação: Sistemas de Informação: curso, carreira e mercado curso, carreira e mercado

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Profissões, Profissão

de informação em qualquer rede de computadores, seja de empresas ou particulares. Ele desenvolve sistemas de armazenamento e recuperação de dados.

Empresas de qualquer tamanho e de diversos setores da economia fazem uso dos serviços deste profissional.

Uma das principais áreas em que este profissional atua é no desenvolvimento de software. Ele projeta e desenvolve sistemas a partir das necessidades dos usuários. Também cuida da funcionalidade de sites, garantindo que as informações possam ser acessadas de forma correta e organizada.

Como administrador de fluxo de informações, este profissional atua na modernização e agilidade dos processos de comunicação de uma organização. Ele cria programas para facilitar a comunicação interna, adapta-os às necessidades de uma determinada empresa e também é responsável pela instalação do sistema.

Alguns profissionais da área de Sistemas de Informação trabalham com modelagem, criando modelos matemáticos que são capazes de simular situações reais. Esses modelos são utilizados para prever e prevenir problemas.

O conhecimento em sistemas permite ao professional de Sistemas de Informação compreender a lógica de funcionamento de equipamentos, periféricos e software, identificando quais os mais adequados para cada situações ou necessidade. Por isso, ele pode atuar na área de marketing e vendas desses produtos.

O analista de sistemas também pode atuar na área de suporte técnico, realizando manutenções de sistemas, banco de dados e de redes de computadores.

Outra área que pode ser explorada por esse professional é da educação. Quem se forma em Sistemas de Informação pode trabalhar como professor em escolas de informática, cursos técnicos e profissionalizantes e até universidades.

Perfil do profissional formado em Sistemas de Informação

Afinidade com Matemática e gosto por tecnologia são características importantes para o profissional de Sistemas de Informação. Isso acontece porque o desenvolvimento de programas e sistemas exige habilidades de manipulação de algoritmos matemáticos, aliados a novas tecnologias.

Trabalhar bem sob pressão e com prazos curtos é uma característica importante para quem atua na área.

É desejável que este profissional tenha conhecimentos em inglês, uma vez que grande parte da linguagem de programação está neste idioma.

Mercado de trabalho para quem faz Sistemas de Informação

O mercado de trabalho para o setor de Tecnologia da Informação (TI) está aquecido e continua em expansão. Os sistemas informatizados estão presentes em empresas de qualquer tipo e tamanho e isto representa boas oportunidades de trabalho nesta área.

O profissional de Sistemas de Informação pode atuar em diferentes segmentos de TI, tais como:

•Administração de Redes •Análise e Desenvolvimento de Software •Análise de Sistemas •Arquitetura e Administração de Sistemas •Gestão de Banco de Dados •Gestão de Projetos de TI •Consultoria Estratégica em TI

Sobre o curso superior em Sistemas de Informação

Existem dois tipos de graduação em Sistemas de Informação: o bacharelado, com duração de 4 anos, e o curso tecnológico, com duração média de 2 anos.

O objetivo do curso é formar profissionais capazes de atuar na área de Tecnologia da Informação, criando soluções tecnológicas para determinar o fluxo de informações. O foco do curso está no desenvolvimento de software e no gerenciamento de sistemas informatizados.

A estrutura curricular da faculdade conta com disciplinas das áreas de Matemática, Administração e Ciências da Computação. Grande parte da carga horária é destinada a atividades práticas, nas quais o aluno tem a oportunidade de testar seus conhecimentos desenvolvendo seus próprios programas computacionais.

O que é Processamento de Dados?

O que é Processamento de Dados?

Entenda como funciona o curso de tecnólogo em Processamento de Dados e saiba onde estudar esta graduação!

Hoje em dia quase todo tipo de empresa utiliza sistemas computacionais em suas atividades. Indústrias, comércios, bancos, instituições de saúde, escolas e também o poder público (prefeituras, secretarias estaduais, etc.) se beneficiam destes sistemas para agilizar o atendimento ao cliente, tomar decisões, controlar a fabricação de produtos e muito mais.

O especialista em Processamento de Dados é um profissional capaz de atuar nas diferentes etapas do desenvolvimento de software, criação de aplicativos ou sistemas para web. Além dos conhecimentos em informática e tecnologia, este profissional deve compreender alguns aspectos organizacionais para identificar as necessidades de seus clientes e propor soluções tecnológicas.

Entenda um pouco mais sobre este profissional conhecendo o curso superior de tecnologia em Processamento de Dados, como está o mercado de trabalho nesta área e onde estudar!

Sobre o curso de tecnólogo em Processamento de Dados

O curso de tecnólogo em Processamento de Dados dura entre 2 e 3 anos,pode ser cursado presencialmente ou a distância e é uma formação de nível superior, possibilitando ao profissional continuar seus estudos através de cursos de pós-graduação.

Por se tratar de um curso tecnológico, suas atividades são voltadas à prática da profissão e às necessidades do mercado de determinada região. Isto faz com que profissionais formados neste tipo de graduação encontrem rapidamente uma colocação no mercado de trabalho.

O objetivo do curso de Processamento de Dados é formar tecnólogos capazes de desenvolver e implantar sistemas computacionais de informação. Para isto, a grade curricular do curso combina disciplinas que abordam hardware, software e aspectos organizacionais, permitindo ao aluno alinhar o uso da tecnologia com as metas que determinada empresa deseja alcançar.

Durante o curso o estudante aprende sobre:

•Concepção, implementação, projeto, manutenção e suporte de sistemas, e tecnologias de transmissão e processamento de dados. •Linguagens de programação. •Técnicas de projeto e desenvolvimento de software. •Metodologias de construção de projetos. •Ferramentas de modelagem de dados.

O profissional formado em Processamento de Dados atua na parametrização e manutenção de sistemas. Ele é capaz de projetar e desenvolver sistemas e aplicativos para computadores, web e dispositivos móveis, preocupando-se com a qualidade, eficiência, usabilidade e segurança dos sistemas criados.

Algumas instituições de ensino exigem que os alunos realizem um estágio supervisionado na área ao final da graduação, enquanto outras optam pela elaboração de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Outros Nomes

O curso de tecnologia em Processamento de Dados pode assumir outras nomenclaturas. A mais comum é Análise e Desenvolvimento de Sistemas, no entanto, outros nomes também são utilizados para se referir à mesma graduação. Alguns exemplos são:

•Análise de Sistemas de Informação •Desenvolvimento de Sistemas de Informação •Desenvolvimento de Software •Gestão em Sistemas de Informação •Sistemas de Software •Sistemas de Informações Gerenciais •Informática: Processamento de Dados e Desenvolvimento de Software

O que se estuda no curso de Processamento de Dados

A matriz curricular do curso de Processamento de Dados pode variar conforme a instituição de ensino. De modo geral, encontramos as seguintes disciplinas:

•Análise Estruturada de Sistemas •Análise Orientada a Objetos •Arquitetura de Computadores •Construção de Algoritmos •Desenvolvimento de Software Seguro •Engenharia de Software e Gerência de Projeto •Estrutura de Dados •Fundamentos de Redes de Computadores •Linguagem de Programação Comercial •Linguagem para Organização e Transferência de Dados para a Web •Matemática •Organização de Computadores •Probabilidade e Estatística •Programação e Design para Web •Programação em Banco de Dados •Programação Estruturada •Programação Linear •Programação Orientada a Objetos •Qualidade de Software •Sistemas de Banco de Dados •Sistemas de Informação •Sistemas Distribuídos •Sistemas Operacionais •Teoria Geral de Sistemas

Mercado de trabalho para tecnólogos em Processamento de Dados

Existe uma carência de profissionais especializados na área de Tecnologia da Informação (TI) como um todo. Isto se deve, em parte, pelo fato de empresas de todos os tipos dependerem de sistemas informatizados para desenvolver suas atividades e rotinas administrativas.

O especialista em Processamento de Dados é um destes profissionais que está em falta no mercado de trabalho e pode atuar em áreas como:

•Especificação e configuração de sistemas computacionais. •Implantação, manutenção e parametrização de sistemas e programas. •Desenvolvimento de sistemas para a web. •Consultoria na área de sistemas de informação. •Gerência de projetos na área de desenvolvimento de sistemas.

O tecnólogo em Processamento de Dados encontra oportunidades de trabalho em empresas de diferentes portes e setores da economia. Pode também atuar como autônomo ou prestar concurso público.

Banco de Dados

Banco de Dados

Conheça o curso de tecnólogo em Banco de Dados, onde estudar e as principais atividades desta profissão que está em alta!

O curso superior de tecnólogo em Banco de Dados é oferecido em 37 instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC), nas modalidades presencial e a distância. A duração média é de dois anos e meio.

O currículo desta formação é semelhante ao de outras graduações na área de Tecnologia da Informação, como Análise de Sistemas, Desenvolvimento de Software e Sistemas da Informação. A diferença é que o tecnólogo em Banco de Dados desenvolve aptidões mais específicas para implantação e gerenciamento de sistemas de bases de dados.

Este profissional tem papel estratégico numa organização. Sua função é manipular sistemas tecnológicos que permitam organizar, estruturar e distribuir as informações de uma empresa.Também é responsável pela segurança dessas informações. Por isso vem encontrando cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Conheça melhor o curso de tecnólogo em Banco de Dados, onde encontrar esta formação e as principais atividades da carreira!

O curso de tecnólogo em Banco de Dados

O curso de tecnólogo em Banco de Dados prepara profissionais capazes de projetar, desenvolver, implantar e gerenciar bases de dados. O cálculo e as linguagens de computação estão presentes durante todo o curso. Os alunos precisam estudar diversas plataformas, estruturas de desenvolvimento e administração de sistemas.

Também há muitas aulas práticas ao longo da formação, voltadas principalmente à análise e programação de sistemas e redes de computadores. Elas acontecem em laboratórios como o de Arquitetura de Computadores e de Informática.

Algumas instituições exigem estágio supervisionado de um semestre ao final da graduação e ainda um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

O que se estuda no curso de tecnólogo em Banco de Dados

Conheça as disciplinas mais comuns entre as grades curriculares dos cursos de tecnólogo em Banco de Dados:

•Ambientes de Redes Locais de Computadores •Algoritmos e Programação •Análise e Otimização de Consultas •Banco de Dados Objeto-Relacional •Banco de Dados Paralelos e Distribuídos •Direito e Legislação •Engenharia de Software •Novas Tecnologias e Bancos de Dados •Conceitos de Computação •Programação Orientada a Objetos •Segurança e Auditoria de Sistemas da Informação •Banco de Dados para a Tomada de Decisão •Fundamentos de Banco de Dados •Fundamentos de Sistemas Operacionais •Gerenciamento de Projetos •Gerenciamento de Requisitos •Introdução à Organização de Computadores •Linguagem de Banco de Dados •Modelagem de Dados •Otimização de Desempenho de Banco de Dados •Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados •Tecnologia de Desenvolvimento de Sistemas Cliente-Servidor •Tecnologia de Desenvolvimento de Sistemas Web

Características do curso de Tecnólogo

Os Cursos Superiores de Tecnologia, mais conhecidos como cursos de Tecnólogo, são oferecidos por universidades de todo o Brasil, principalmente privadas. O diploma tem o mesmo valor de um obtido em cursos de bacharelado ou licenciatura.

A diferença é que os cursos tecnológicos têm duração mais curta (dois anos, em média) e uma concentração maior de disciplinas práticas, voltadas às necessidades do mercado. Com um diploma de tecnólogo é possível fazer pós-graduação em nível de especialização, MBA ou mestrado e também participar de concursos públicos em cargos de nível superior.

O que faz um tecnólogo em Banco de Dados

O tecnólogo em Banco de Dados deve ter o conhecimento técnico e teórico necessário para gerenciar o compartilhamento de dados e a segurança das informações nas empresas. Confira suas principais funções:

•Planejar e desenvolver projetos de sistemas de Bancos de Dados. •Administrar Bancos de Dados, atendendo usuários e avaliando o desempenho do sistema. •Criar projetos físicos e lógicos para estruturação das informações da empresa com o objetivo de auxiliar os processos de decisão. •Controlar acessos, analisar registros e administrar cópias de segurança. •Elaborar mecanismos de proteção para sistemas de informações compartilhadas. •Inspecionar e testar computadores e periféricos, elaborar relatórios técnicos e determinar as medidas corretivas necessárias. •Supervisionar equipes em atividades de desenvolvimento de programas, interfaces ou aplicações voltadas ao gerenciamento de Bancos de Dados. •Orientar a produção de documentação de projetos, programas e aplicações, utilizando ferramentas e software.

A carreira de tecnólogo em Banco de Dados

Dependendo da formação e do tempo de experiência, este tecnólogo pode assumir diferentes cargos em empresas dos mais diversos setores. Conheça os principais:

•Administrador de Banco de Dados (DBA) •Consultor de Banco de Dados •Analista de Dados •Analista de Suporte •Desenvolvedor de Projetos de Banco de Dados •Gerente de Sistemas de Bancos de Dados

O que faz um analista de sistemas?

O que faz um analista de sistemas?

Descubra em quais áreas um analista de sistemas pode atuar e como é o trabalho deste profissional na prática!



O analista de sistemas é um profissional da área de tecnologia da informação (TI) especializado em desenvolver sistemas informatizados capazes de atender às necessidades e objetivos da organização que

O mercado de trabalho para este profissional é bastante amplo, pois empresas de qualquer tipo ou tamanho necessitam de programas para controlar suas atividades, despesas e

Conheça um pouco mais sobre como é o trabalho de um analista de sistemas e descubra em quais áreas este profissional

O que faz um analista de sistemas?

O analista de sistemas é o profissional que oferece a solução para um problema através do uso de sistemas de informação. Para isso, precisa entender as necessidades do cliente (conhecer bem seu tipo de negócio) e planejar, desenvolver ou até mesmo customizar sistemas computacionais capazes de executar as tarefas

Para compreendermos melhor como é o trabalho de um analista de sistemas, vamos dividi-lo em quatro grandes áreas:

1. Desenvolvimento de Software

O software é um programa computacional. Entre os mais conhecidos, podemos citar editores de texto, programas de envio de mensagens, aplicativos de celulares e planilhas eletrônicas.

Um software possui uma sequência lógica de instruções que executam tarefas específicas a partir de informações que inserimos nele. O papel do analista de sistemas é criar, planejar e desenvolver programas personalizados para cumprir os objetivos da empresa.

O primeiro passo é fazer o levantamento dos requisitos. O analista trabalha em conjunto com o cliente para identificar quais serão as necessidades dos futuros usuários do sistema. O levantamento de requisitos é de grande importância para orientar o projeto como um todo. Saber exatamente onde se quer chegar torna o trabalho mais eficiente.

Após o levantamento, é preciso fazer a análise dos requisitos. O analista faz um estudo detalhado dos dados levantados anteriormente para criar uma estratégia de solução para o problema e definir quais as atividades o programa vai desempenhar.

A partir daí começa a etapa do projeto. O analista descreve como será a arquitetura do software, a interface para o usuário, a linguagem de programação utilizada, o sistema gerenciador do banco de dados, entre outros.

Com base no projeto elaborado, inicia-se a etapa de implementação, quando finalmente o sistema é codificado conforme as descrições. Após a codificação, o analista realiza testes para avaliar o funcionamento de cada módulo do sistema.

Após os testes, o software está pronto para ser implantado na rede de computadores do cliente. O processo de implantação compreende a instalação do sistema, migração de dados (no caso da existência de um software anterior) e treinamento para os usuários.

Administração de Banco de Dados

O analista de sistemas precisa conhecer o tipo de dados com os quais está lidando e também o objetivo que a empresa quer atingir. Com os parâmetros definidos, desenvolve o banco de dados propriamente dito.

Após o desenvolvimento, o analista precisará instalar e configurar o banco de dados para funcionar junto do software da empresa.

O trabalho do analista de sistemas não se encerra após a instalação do banco de dados. Enquanto o software vai sendo utilizado é preciso fazer um gerenciamento das informações, monitorar seu uso e atualizar o banco de dados fazendo alterações sempre que necessário.

Uma preocupação do analista de sistemas no que diz respeito à administração de banco de dados é garantir a segurança das informações inseridas no software. Para isso, pode contar com tecnologias existentes ou desenvolver seu próprio sistema de segurança.

Administração de Redes

Na área de administração de redes o analista de sistemas gerencia toda a rede de computadores de uma empresa. É o profissional responsável por toda a infraestrutura de TI, realizando a instalação, configuração e manutenção dos sistemas operacionais e software.

Também é de responsabilidade do analista de sistemas cuidar da segurança da rede. Ele deve instalar e parametrizar programas específicos de proteção de dados e também configurar a maneira e frequência com que serão realizados back-ups dos dados existentes.

Suporte

Aliado ao trabalho de desenvolvimento de sistemas está também o de suporte aos usuários. É de responsabilidade do analista de sistemas fazer constantes atualizações dos softwares para que se ajustem às novas necessidades que podem surgir na empresa.

Ele também escreve manuais técnicos de funcionamento dos sistemas que desenvolver e oferece treinamentos para os futuros usuários.

Competência do tecnologo em analise e desenvolvimento de sistemas

Competência do tecnologo em analise e desenvolvimento de sistemas

Construir algoritmos com padrões de qualidade e implementá-los em linguagens de programação;

Compreender os fundamentos da programação procedural e orientada a objetos;

Utilizar a linguagem SQL (Structured Query Language) na construção e acesso a banco de dados de sistemas de informação;

Compreender os fundamentos teóricos e práticos de sistemas operacionais que suportam os sistemas de informação;

Compreender os modelos de estrutura organizacional, as funções empresariais e seus processos de negócios;

Reconhecer a importância dos sistemas de informação para as organizações se estabelecerem de maneira competitiva;

Reconhecer os benefícios e impactos das tecnologias de informação para a sociedade, com vistas a atuar de maneira ética e socialmente responsável.

Compreender as características dos sistemas de informação operacionais, táticos e estratégicos no âmbito das organizações;

Analisar, projetar, implementar e validar sistemas de informações para as organizações;

Compreender os fundamentos do desenvolvimento orientado a objetos;

Modelar sistemas de informação utilizando a UML (Unified Modeling Language);

Projetar e implementar bancos de dados para sistemas de informação;

Analisar, projetar e avaliar a usabilidade de sistemas de informação;

Compreender os fundamentos da inteligência artificial e suas aplicações em sistemas de informação;

Compreender os fundamentos teóricos e práticos de redes de computadores e de sistemas distribuídos;

Planejar e especificar a infra-estrutura tecnológica capaz de suportar os sistemas de informações das organizações.

Diagnosticar e mapear problemas e pontos de melhoria nas organizações, propondo alternativas de soluções baseadas em sistemas de informações;

Auxiliar os profissionais das outras áreas a compreenderem como os sistemas de informação podem contribuir para as áreas de negócio;

Planejar e gerenciar projetos de desenvolvimento de sistemas de informação em consonância com os objetivos estratégicos de negócio das organizações;

Aplicar as recomendações de qualidade e de segurança em sistemas de informação;

Compreender, representar e manipular dados utilizando XML (eXtensible Markup Language) como suporte à interoperabilidade de sistemas de informação;

Liderar e participar de grupos de desenvolvimento de sistemas de informação; e

Identificar oportunidades de negócio, criar e gerenciar empreendimentos relacionados a sistemas de informação e tecnologia da informação.

Capacidade de criar testes após desenvolver o sistema

Análise de sistemas

Análise de sistemas:

Análise de sistemas é a atividade que tem como finalidade a realização de estudos de processos a fim de encontrar o melhor caminho racional para que a informação possa ser processada. Os analistas de sistemas estudam os diversos sistemas existentes entre hardwares (equipamentos), softwares (programas) e o usuário final.

Os seus comportamentos e aplicações são desenvolvidos a partir de soluções que serão padronizadas e transcritas da forma que o computador possa executar.

Os profissionais da área geram softwares (programas), que são executados em hardwares (equipamentos) operados por usuários (indivíduos), preparados e treinados em procedimentos operacionais padronizados, dotados de conhecimentos do software e hardware para seu trabalho. A partir de então a análise de sistemas é uma profissão cujas responsabilidades concentram-se na análise do sistema e na administração de sistemas computacionais. Cabe a este profissional parte da organização, implantação e manutenção de aplicativos e redes de computadores, ou seja, o analista de sistemas é o responsável pelo levantamento de informações sobre uma empresa a fim de utilizá-las no desenvolvimento de um sistema para a mesma ou para o levantamento de uma necessidade específica do cliente para desenvolver este programa específico com base nas informações colhidas.

O profissional geralmente possui conhecimento adquirido em faculdades de Sistemas de informação, Ciência da computação, Análise de sistemas, Engenharia da Computação, Processamento de dados, Informática, Licenciatura em Computação ou outros cursos similares, mas a ausência de restrições para o exercício do cargo permite a profissionais capacitados de outras áreas ou mesmo que não possuem educação superior cumprirem este papel nas empresas.

Como é uma ênfase, o foco e o núcleo de trabalho está voltado para o processo de desenvolvimento de software, levando em conta a área tecnológica em que irá auxiliar. O analista de sistemas deve servir como um tradutor entre as necessidades do usuário e o programa a ser desenvolvido pelo programador. Para isto, deve ter conhecimento abrangente da área de negócio na qual o sistema será desenvolvido, a fim de que possa implementar corretamente as regras de negócio.
O tecnólogo em análise e desenvolvimento de sistemas é um profissional de nível superior formado em um Curso Superior de Tecnologia. Essa modalidade de graduação visa formar profissionais para atender campos específicos do mercado de trabalho. Seu formato, portanto, é mais compacto, com duração média menor que a dos cursos de graduação tradicionais. Sendo um profissional de nível superior, os tecnólogos podem dar continuidade ao seus estudos cursando a pós-graduação Stricto sensu (Mestrado e Doutorado) e Lato sensu (Especialização). A designação atual da profissão foi estabelecida pelo Decreto 2208 de 17 de abril de 1997.

Análise de sistemas é a atividade que tem como finalidade realizar estudos de processos a fim de encontrar o melhor e mais racional caminho para que a informação possa ser processada. O analista de sistema estuda os diversos sistemas existentes entre hardwares (equipamento), softwares (programas) e o usuário final, seus comportamentos e aplicações, desenvolvendo a partir de então soluções que serão padronizadas e transcritas da forma que o computador possa executar.

No Brasil, o Conselho Regional de Administração (CRA) conforme regulamentação do Conselho Federal de Administração (CFA), no Brasil, emitem a carteira profissional dos Analistas de Sistemas que tenham concluído o curso universitário com ênfase em Análise de Sistemas.
Visa formar um gerenciador de projetos de software, com forte tendência ao uso de softwares e linguagens multiplataforma. Como é o caso do JAVA e PYTHON.

A Informática ou Tecnologia da Informação é um componente indispensável nas organizações, na medida em que as soluções tecnológicas automatizam processos e são fonte de vantagens competitivas através da análise de cenários, apoio ao processo decisório e definição e implementação de novas estratégias organizacionais. Assim, cresce a preocupação com a coleta, armazenamento, processamento e transmissão da informação, justamente porque a disponibilidade da informação certa, no momento certo, para o tomador de decisão certo, é requisito fundamental para a melhoria contínua da qualidade e competitividade organizacionais, o que implica considerar a crescente relevância dos sistemas de informação baseados em computador.

Um sistema de informação pode ser definido tecnicamente como “um conjunto de componentes inter-relacionados que coleta (ou recupera), processa, armazena e distribui informações destinadas a apoiar a tomada de decisões, a coordenação e o controle de uma organização. Além de dar suporte ao processo decisório, à coordenação e ao controle, sistemas de informação podem também auxiliar gerentes e trabalhadores a analisar problemas, visualizar situações complexas, e criar novos produtos.” (LAUDON, 2004, p.7).

Os sistemas de informação estão difundidos por todas as estruturas organizacionais, tornando-se ferramenta essencial de qualquer atividade empresarial. Tal abrangência aumenta a procura por profissionais com conhecimento para desenvolver, implantar e gerenciar sistemas que atuem no suporte às atividades operacionais e forneçam informações para auxiliar decisões gerenciais e estratégicas para a organização.

Vislumbrando esse cenário, o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas apresenta-se como excelente alternativa de formação profissional, indo ao encontro de um mercado de trabalho em franca expansão e carente de profissionais com sólida formação técnica e acadêmica, tanto na iniciativa privada – nos setores industriais, comerciais e de prestação de serviços – quanto nos órgãos públicos.

O Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deve ser capaz de analisar, projetar, implementar, testar, implantar, avaliar, manter e gerenciar sistemas de informações para as organizações, com qualidade e em conformidade com as recomendações de usabilidade e segurança. O profissional estará apto, também, a iniciar seu próprio negócio de desenvolvimento e consultoria em sistema de informação, bem como continuar os estudos em cursos de pós-graduação (mestrado ou doutorado).

Como divulgar o meu site?

Como divulgar o meu site?

A divulgação fica a seu critério, porém existem diversas maneiras de divulgar a sua marca na internet. Veja que, na nossa alusão, a divulgação na internet funciona como se fosse no mundo físico: Através de mídias publicitárias. Confira as formas mais comuns de anunciar a sua marca na internet:

Links Patrocinados: É o tipo de anúncio em que você aluga espaços publicitários (de uma linha de título e duas de textos) em sites de pesquisas, como o Google, por exemplo. Normalmente você verá este tipo de solução sendo anunciada como “AdWords”, ou seja, palavras patrocinadas em tradução livre. O mais famoso é o Google Adwords. O pagamento é feito em forma de leilão, onde se escolhe um preço para cada clique que será originado a partir das pesquisas do site de buscas. Anúncio em web shoppings: Para quem tem uma loja virtual, os websites de comparações de preços podem ser uma boa pedida. Os mais famosos são o Buscapé e Bondfaro, ambos do Grupo Buscapé. O pagamento é semelhante aos sites de Links Patrocinados, onde se paga por cada clique que o seu anúncio tiver nestes sites. Banners / Troca de Links /Indicações: Uma maneira gratuita e interessante de divulgar a sua página na internet é a troca de links, banners e indicações com outros websites. Se você tem um sócio, amigo ou parceiro comercial que tem um outro website, estude uma troca de links, coloque o link dele no seu site, o seu link no site dele e passem e dividir visitas. Meios Tradicionais de Publicidade: Os meios tradicionais de divulgação, como cartões de visitas, panfletos, rádios e redes de TV ainda são uma boa pedida. Em todos os anúncios publicitários da sua empresa, deixe estampado o endereço do seu website. Você não pode culpar os seus clientes por não te visitarem se você não os informa o endereço da sua página.

Em todos os casos, a principal diferença de ter um site na internet em adição ao seu comércio físico, é que no mundo virtual é possível mapear as visitas e saber de onde os seus clientes estão chegando. Nos planos de Hospedagem de Sites da HostDime, você tem acesso a um completo gerenciador de visitas, que mostra os horários em que sua página foi mais acessada, as fontes destas visitas (sites de amigos, campanhas pagas, buscadores, etc.), além das páginas mais vistas.

Diferença entre Domínio e Hospedagem

Diferença entre Domínio e Hospedagem:

Olá, o post de hoje segue uma linha didática e é voltado para quem está começando agora no mundo web, principalmente quem quer registrar a sua marca na internet e inaugurar o seu primeiro website! Falaremos sobre o registro do domínio e suas vantagens, o que é a hospedagem do seu site, contas de e-mails personalizadas com o nome da sua empresa, dentre outras informações. Lembre-se: Se tiver alguma dúvida, deixe o seu comentário que lhe responderemos! Primeiro Passo: Registro do Domínio

O primeiro passo para quem quer garantir a sua presença na web é o registro do domínio, com ele você garantirá a sua marca na internet e poderá utilizá-lo em um serviço de hospedagem de sites posteriormente. Em uma alusão bem rápida, registrar um domínio é o mesmo que abrir a sua empresa burocraticamente, ou seja, o registro da papelada e emissão do seu CNPJ. Você terá uma identidade virtual resguardada para ser utilizada em um website posteriormente.

O registro do domínio, via de regra em qualquer empresa de hospedagem do mundo, tem validade anual – mas também pode ser registrado por mais de um ano de uma só vez. Você pode optar por domínios NACIONAIS e INTERNACIONAIS, sem prejuízo de informações ou necessidade de escrevê-lo em português/inglês:

Domínios Nacionais: São todos terminados em ‘.br’, como a hostdime.com.br, por exemplo. O mais comum é o ‘.com.br’, mas também há opções de entidades de classe, como advogados (adv.br), médicos (med.br), dentre outros. São regulamentados pela Registro.BR, órgão diretamente ligado ao Governo Federal. O valor para registro e manutenção anual do domínio é de R$ 30,00; Domínios Internacionais: Estes domínios podem ser registrados diretamente na HostDime e são regulamentados por uma entidade específica, o ICANN. O valor de registro e manutenção anual o é de R$ 25,00, tendo como terminações mais comuns as extensões: .com, .net e .org. Apesar de serem internacionais, podem ser utilizados normalmente para sites brasileiros, como o caso da Americanas.com, por exemplo.

Uma vez registrado, não há a possibilidade de mudança do nome ou cancelamento da inscrição, sendo necessário aguardar o período de 12 meses para manifestar a descontinuidade do mesmo (regra geral). Neste período, o cliente poderá optar se utilizará o domínio para a criação de um novo website ou apenas fará o seu direcionamento para um website já existente, como é o caso do nosso hotsite especial para a promoção de 5 anos da HostDime. O hotsite foi criado sobre o endereço “www.hostdime5anos.com.br”, porém temos os domínios “hostdime5anos.com” e “hostdime5anos.net” direcionando para o mesmo conteúdo. Se já tenho o domínio, pra quê preciso da Hospedagem de Sites?

Continuando a nossa alusão, com o registro do domínio você já tem a sua marca constituída no mundo virtual, porém, como numa empresa, não basta o CNPJ para que você inicie a sua operação. Ainda há a necessidade de alugar um ponto comercial e adequá-lo às necessidades da sua loja ou estabelecimento. No mundo web não é diferente.

O registro do domínio lhe assegura que a sua marca está registrada por um período de 1 ano, porém você precisa de um local para armazenar os arquivos do seu website, é aí que entram os planos de Hospedagem de Sites. Com a hospedagem das suas páginas, será possível manter a sua marca acessível por qualquer pessoa no mundo, bastando digitar o endereço de acesso (ou seja, o seu domínio registrado).

Pronto, com o plano de hospedagem de sites assinado, você já tem o seu ‘ponto comercial online’ garantido, porém imagine que este ponto ainda está vazio, sem móveis, bancadas, gôndolas, decorativos, entre outros. Na internet não é diferente. O plano de hospedagem assegura que o seu site estará acessível 24 horas por dia, 7 dias por semana. É como se você alugasse um ponto comercial com monitoramento de segurança ininterrupto, com a garantia de que o seu trabalho pode ser executado sem surpresas posteriores.

Veja, então, que o ponto comercial está pronto para ser utilizado, mas ainda há a necessidade de preparar toda a sua arquitetura para receber os seus produtos e vendê-los aos seus consumidores, com sua logomarca, slogan, pintura, reforma, etc. No mundo virtual, chamamos estes arquitetos de Webdesigners, Desenvolvedores ou Programadores Web. Eles são especialistas em criar páginas de internet e poderão ajudar a sua empresa e ter um site ainda mais customizado e acessível. Então quer dizer que o site não vem junto com o plano de hospedagem?

Sim e não. O plano de hospedagem, na verdade, assegura que, tecnicamente, o seu site estará hospedado em computadores superpotentes mantidos pela HostDime ou a empresa de hospedagem que você escolher para hospedar as suas páginas, porém o desenvolvimento do website fica a critério do cliente, até mesmo porque nós somos especialistas em manter as aplicações funcionais, porém deixamos o desenvolvimento a critério dos consumidores, até mesmo para que possam fazer os sites da maneira que melhor agradá-los.

Na maioria dos planos de hospedagem de sites disponibilizados pela HostDime, está incluso um software para desenvolvimento de sites com uma didática bem facilitada, com 5 rápidos passos que permitem a criação de páginas profissionais. Esta ferramenta é acessível pelo próprio painel de controle da HostDime (liberado após a assinatura do serviço) e permite o desenvolvimento de uma página simples e básica sem que seja necessário conhecimentos técnicos aprofundados.

Se você preferir uma página ainda mais personalizada, pode encontrar profissionais especializados para lhe auxiliar no desenvolvimento. Certo. Vou ter e-mails também?

Quando pensamos em “marca na internet”, não podemos esquecer das contas de e-mails. Em TODOS os planos de hospedagem de sites da HostDime, são oferecidas contas de e-mails ilimitadas, onde você poderá criar caixas para departamentos ou funcionários para dar uma credibilidade ainda maior para os seus negócios.

É possível criar caixas departamentais, como: “financeiro@minhaempresa.com. br”, “vendas@minhaempresa.com.br” e caixas pessoais: “joao@minhaempresa.com.br”, “jose@minhaempresa.com.br”.

Todas as contas de e-mails podem ser acessadas pelo próprio navegador de internet, o que chamamos de webmail e também podem ser configuradas em leitores de e-mails, que permitem o recebimento das mensagens diretamente no seu computador, como é o caso do Microsoft Outlook e Mozilla Thunderbird (este é gratuito).

Os e-mails possuem recursos avançados de calendários, filtros de mensagens, assinaturas, respostas automatizadas, dentre outras configurações. Você também pode divulgá-los em outros meios de comunicação da sua empresa, como anúncios publicitários, cartões de visitas, dentre outros.

Tipos de hospedagem

Tipos de hospedagem:

Hospedagem pode ser divida em seis tipos genéricos: gratuita, partilhada, revenda, servidor virtual (VPS), dedicado e co-location.

Hospedagem Grátis: a maioria dos serviços gratuitos de hospedagem são extremamente limitados quando comparados à hospedagem paga. Geralmente estes serviços incluem banners e outros tipos de propaganda nos sites. Além disso, a maioria oferece somente envio de sites por uma interface web, o que não é tão eficiente quando o envio por FTP. Também, geralmente, o espaço em disco e o tráfego de dados é limitado. De qualquer forma, muitas pessoas iniciam seu site através da hospedagem gratis.

Hospedagem Compartilhada: dezenas a centenas de sites são hospedados num mesmo servidor o que garante o melhor custo-benefício. Hoje os sistemas são estáveis o suficiente para permitir um serviço de qualidade mesmo nessas condições. O uptime (tempo de serviço no ar) deve ser cerca de 99,5% do tempo, pois a administração de múltiplos sites num mesmo servidor requer manutenções mais constantes que um único site por servidor.

Revenda de Hospedagem: serviço oferecido para quem quer oferecer hospedagem de sites. O espaço em disco e tráfego nestes planos é superior a Hospedagem Compartilhada e pode-se colocar diversos sites.

Servidor Virtual (VPS): é uma tecnologia que torna um mesmo servidor capaz de rodar diversas plataformas diferentes, tornando capaz controlar melhor a hospedagem de seu site. É indicado para aplicações que precisam acesso total ao sistema operacional mas que não precisem de muita capacidade de processamento.

Hospedagem em Cloud: É a evolução do Servidor Virtual, pois permite a rápida migração para outro hardware caso apresente falhas. Por outro lado, é uma opção com custo inferior ao Servidor Dedicado mas com qualidade superior, pois o dedicado está sujeito a mais falhas. A vantagem em relação à hospedagem compartilhada é que não custa consideravelmente mais e ainda assim permite isolação de recursos e que um site aguente uma quantidade muito superior de visitas ao mesmo tempo.

Servidor Dedicado: é o serviço mais caro, porém, superior a Hospedagem Compartilhada e ao Servidor Virtual, pois pode-se controlar melhor o servidor. Além de contratar um servidor, é também necessário saber que se necessita gerenciá-lo, o que requer um profissional qualificado, principalmente para gerenciar a segurança do servidor contra crackers. O hardware é fornecido pelo data center.

Co-location: este serviço é semelhante ao Servidor Dedicado, porém o hardware não é fornecido pelo data center mas sim pelo próprio contrante.

Streaming: este serviço é oferecido para disponibilizar vídeos ou áudio online no formato 1 cliente → 1 servidor → N usuários.

O que é Hospedagem de sites?

Hospedagem de Sites (português brasileiro)

ou alojamento de sites (português europeu)

é um serviço que possibilita a pessoas ou empresas com sistemas online a guardar informações, imagens, vídeo, ou qualquer conteúdo acessível por Web. Provedores de Hospedagem de Sites tipicamente são empresas que fornecem um espaço em seus servidores e conexão à internet a estes dados aos seus clientes.
Pré-requisitos

Para acessar um site geralmente é necessário um domínio, alguns provedores disponibilizam um subdomínio gratuitamente, mas o ideal é registrar um domínio. Alguns provedores oferecem também o serviço de registro.

Limites

Os provedores de hospedagem delimitam três recursos principais para cada conta de hospedagem disponibilizada.

Um detalhe importante é que o limite de transferência e armazenamento é medido em Megabyte (MB) ou em Gigabyte (GB), sendo que em alguns provedores a quantia em GB é igual a 1000 MB (gigabyte) e não a 1024 MB (gigabyte), deve-se, portanto, verificar o contrato para saber qual a taxa correta.

Transferência mensal

A transferência mensal é medida em MB ou em GB. A transferência mede tanto a quantidade de dados transferido do servidor para os visitantes do site quanto dos visitantes para o servidor de hospedagem. Muitos provedores de hospedagem também contam na taxa de transferência o tráfego de e-mail (SMTP, POP3), FTP, entre outros protocolos. Deve-se observar o contrato para verificar o que é contado em cada caso.

Essa taxa é reiniciada no primeiro segundo de cada mês e geralmente os painéis de controle permitem obter um extrato de quanto está sendo utilizado para o mês corrente.

Armazenamento em disco

O armazenamento em disco é a quantidade de dados medida em MB que se pode armazenar no disco rígido do servidor. Alguns provedores contam todos os dados armazenados na área de FTP apenas, outros também contam o limite de banco de dados, e-mails e até logs de acesso. A resposta geralmente está no contrato do serviço.

Quantidade de domínios

O padrão de mercado é um domínio por conta de hospedagem, no entanto, alguns provedores disponibilizam mais de um domínio por conta. A disponibilização de mais de um domínio não significa que poderá ter dois ou mais sites em uma só conta, mas que dois ou mais domínios poderão responder para um mesmo site, um mesmo conteúdo.

Serviços essenciais

Um site tipicamente precisa:

um servidor para o protocolo HTTP, como o Apache ou o IIS

serviço de e-mail, com SMTP, POP3 e talvez IMAP

serviço de DNS para resolução de hostnames em IPs

serviço de publicação, provavelmente pelo protocolo FTP

estatísticas gráficas, que são softwares que processam os logs do servidor HTTP.

Publicação

Quem contrata a hospedagem de sites deve enviar seu site ao servidor. O envio do site se dá tipicamente através de FTP ou por uma interface web através da qual pode-se efetuar o upload de arquivos tal qual inserir anexos num webmail.

Outras formas de publicação: SSH e Front Page.

Linguagem de programação

Apesar de o padrão de um site na web ser a linguagem HTML, existem outras linguagens que podem pré-processar o HTML e modificá-lo de forma dinâmica.

As linguagens de programação mais comuns para web são PHP, ASP, plataforma ASP.NET, Perl, JSP, Ruby/Ruby on Rails, Python. Através destas linguagens o conteúdo do site pode ser armazenado em um banco de dados.

Bancos de dados

Os banco de dados mais comuns para web são MySQL, Access, PostgreSQL, SQL Server e Firebird. Os bancos de dados devem ser acessados através de uma linguagem de programação.

Serviço de e-mail

O serviço de e-mail é composto por um protocolo de recebimento e envio de e-mails entre servidores de e-mail, o protocolo SMTP e um protocolo de download de e-mails para os usuários, tal qual o POP3 e IMAP. A maioria dos provedores de hospedagem oferecem também uma página para leitura de e-mails através do navegador, ou seja, um Webmail.

Gerenciamento da área de hospedagem

O gerenciamento do serviço tipicamente ocorre através de um painel de controle, onde podem ser criados e-mails, alterar senhas e todas as tarefas administrativas necessárias. Existem vários tipos de painéis de controle, sendo os mais comuns o cPanel, o Plesk e o HELM. Alguns provedores de hospedagem, no entanto, possuem um painel de controle proprio.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O que é servidor DNS?

O que é servidor DNS?

O servidor de DNS é um computador que recebe um nome e o converte em um IP. Os pacotes de dados em uma rede TCP/IP, como por exemplo a internet, trafegam entre endereços IP de origem e destino. Porém, as pessoas não tem facilidade de lembrar os números de IP de cada site que precisam acessar, por isto utilizam um nome, como por exemplo www.google.com, que é muito mais fácil de se lembrar. Este nome é enviado a um servidor de DNS que irá retornar o IP.

O uso de um servidor DNS

Toda a troca de informações com o servidor do Google é feito através de endereços IP, mesmo que pareça ao usuário que o nome www.google.com seja o real endereço do site. A sigla DNS significa Domain Name System, ou “Sistema de Nomes de Domínios”. Para saber o IP de um site, até mesmo o comando de ping pode ser usado, visto que o DNS é consultado pelo ping antes de enviar os pacotes.

Exemplo para usar o servidor DNS

Experimente digitar no prompt de comando: ping www.google.com e terá o seguinte resultado na primeira linha: “Disparando contra www.l.google.com [64.233.169.105] com 32 bytes de dados:” O servidor de DNS decidiu (ver balanceamento de carga) que a sua localidade deverá acessar o subdomínio do Google www.l.google.com que está no IP 64.233.169.105.

Através do Domain Name System, os números complicados da internet são traduzidos em nomes fáceis e práticos de digitar, agilizando na hora de encontrar os endereços da web. (Foto: www.bleepingtech.com)

A importância do DNS

Por toda a internet estão distribuídos milhares de servidores DNS primários e secundários. Há redundância e balanceamento de carga envolvidos, e todos os servidores DNS devem se comunicar diariamente para se atualizarem com os endereços de sites recém criados, modificados ou apagados. Como o DNS é essencial na sua conexão à internet, você precisa quase sempre configurar um servidor de DNS para conseguir acessar a internet, e passar a usar a rede mundial de computadores para os mais diversos fins. Muitas vezes

basta configurar um gateway e este irá

tratar das configurações de DNS.

Testando e configurando o DNS

Quando precisar configurar manualmente o endereço IP de um servidor DNS, utilize os super estáveis servidores DNS do Google. Os IP’s dos DNS do Google são 8.8.8.8 e 8.8.4.4. Qualquer um dois 2 pode ser usado como primário e secundário para qualquer conexão á internet. Caso você tenha problema com o DNS do seu PC, ou na hora de se conectar à internet, esperamos poder ajudar nos comentários abaixo!

E então? Conseguiu tirar sua dúvida e resolver o seu problema?

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O que é endereço IP?

O que é endereço IP?

Você já deve ter ouvido falar ou visto na internet um endereço IP. Mas será que você já teve a curiosidade de saber o que ele significa ou para quê o endereço IP serve? Então, é hora de explicar para você em detalhes.

O que é o endereço IP?

IP é uma sigla para Internet Protocol, ou Protocolo de Internet. O endereço de IP é uma sequência numérica que indica o local de onde um determinado equipamento (normalmente um computador) está conectado a uma rede privada, diretamente à Internet, ou o endereço do servidor pelo qual o dispositivo está se conectando à internet.

Toda a internet é baseada em endereços IP, e cada participante da rede mundial de computadores tem um endereço IP. Até mesmo sites tem endereços IP, ou seja, o lugar de onde estão vindo os dados daquele site específico.

O endereço IP ajuda a identificar e localizar de onde dispositivos e sites estão se conectando. Assim, é mais fácil estabelecer uma linha de comunicação entre esses IPs, tornando também a rede mais segura. (Foto: divulgação)

Ao digitar em um navegador o endereço de

uma página, o servidor DNS será

responsável por retornar o endereço IP desta página. De posse do endereço IP, o navegador poderá requisitar a página a ser visitada.

Em uma mesmo rede, jamais podem existir 2 dispositivos com o mesmo endereço IP. O endereço IP deve ser único de forma a distinguir entre quaisquer equipamentos de uma mesma rede. É uma forma de garantir também a segurança de todos. Imagine se todos pudessem se conectar à internet sem qualquer forma de identificação? Vários crimes seriam cometidos e as pessoas ficariam impunes pelos seus crimes. Junto

com o endereço MAC de dispositivos que

se conectam à internet, o endereço IP dá aos servidores, indivíduos, empresas e demais conectados à rede uma possibilidade de identificação, de segurança e garantia, de que só você terá aquele canal de conexão à rede. Afinal, o endereço IP também é usado para que seu provedor possa permitir ou não sua conexão à internet.

Entendeu a função do endereço IP? Ficou alguma dúvida? Deixe nos comentários sua pergunta e te ajudaremos a encontrar as respostas.

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